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quinta-feira, 3 de julho de 2008

Oh what to do?...


Indecisões, Confusão, tristeza, falta de atenção...

São alguns dos sentimentos que sentimos quando algo nos divide, algo nos coloca em causa ou nos mete entre dois ou mais caminhos e nós não sabemos qua escolher, certo?

O que fazer?
Atirar de cabeça?
Recuar?
Ouvir o nosso coração ou o nosso instinto?

aiiii.....


Problemas na nossa vida acontecem, o que é normal! Mas resolver esses mesmos problemas por vezes torna-se tão complexo que....sei lá!

4 comentários:

Riita. disse...

Tudo passa pela compreensão iúri. Não é preciso atirar de cabeça nem recuar..
Por vezes só temos de agir de acordo com aquilo que nos faz sentir equilibrados, me entienden?

So para deixar uma palavrinha por aqui..

Physis disse...

Os problemas são complexos porque as pessoas têm tendência para os complicar cada e cada vez mais. Por prazer ou porque a simplicidade não tem "graça" na vida.
Por vezes reduzir esse problema no essencial é a chave resolutiva. Tornar as coisas mais práticas é um bom principio para o nosso equilíbrio.

Que fazer? Seguir o coração.

Atirar de cabeça? Em último caso.

Recuar? Teoria do fraco.

Ouvir o nosso coração e instinto? Sempre.

Inte

Marta disse...

Ouvir o nosso coração ou o nosso instinto?"
É quando ouvimos o nosso coraçao que encontramos as respostas verdadeiras...

Catarina disse...

Não pude deixar de reparar que este post foi colocado no dia a seguir a nossa conversa e como tal deixo-te aqui o texto que escrevi antes de falarmos e que pensei em entregar-te...

"Não consigo entender esse mundo mudo em que agora vives.
Não consigo descodificar a complexidade do absurdo nem o chão inquieto que pisas.
Tento encontrar respostas às dúvdas que residem nesse teu olhar vazio nessa atitude de indiferença mas apenas encontro o vazio.
Páro a escrta a cor vermelha e ouço a melodia que jamais fizera tanto sentido
"a verdade é que a saudade que ficou não é mais que muita, mas por muita força que faça ela passa por saber que te vivi"
O tempo vai passando e comgo permanece a esperança por um final feliz. Não ambiciono algo mágico ou extravagante, apenas quero "partilhar contigo o quotidiano habitual, nada como as correrias de outras alturas"
Começam a faltar-me as forças, contudo, não vou desistir de encontrar a chave que te libertará desse mundo mudo que agora nos separa!"

Ana catarina - 1 de julho de 2008